Expulsão de Fernández desequilibra partida decisiva
O momento que mudou o rumo da final da Copa do Mundo foi, sem dúvida, a expulsão do meia argentino Enzo Fernández. Apesar do gol espetacular que ajudou a levar a Argentina até essa etapa, a entrada imprudente que resultou no cartão vermelho minou as chances de vitória da equipe. Desde então, a Espanha assumiu o controle do jogo, enquanto o time argentino precisou buscar alternativas para se manter vivo na disputa.
Domínio espanhol e pressão dos argentinos
A Espanha mostrou superioridade clara no confronto, chegando a 20 finalizações a gol, enquanto a Argentina não conseguiu balançar as redes sequer uma vez. Mesmo com um jogador a menos, a seleção sul-americana tentou reagir, apostando em faltas e cruzamentos para tentar surpreender a defesa espanhola. Porém, a pressão dos espanhóis se manteve constante, com momentos de destaque como o passe preciso de Lamine Yamal para Ferran Torres, que teve um gol anulado por impedimento na prorrogação.
Ferran Torres e o controle da posse
No começo do segundo tempo da prorrogação, Ferran Torres marcou para a Espanha após passe de Nico Williams, ampliando a vantagem e confirmando o domínio da equipe com um a mais em campo. Apesar da expulsão, a Argentina conseguiu se organizar defensivamente e criou algumas chances, porém sem sucesso para balançar o gol rival.
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Torcida espanhola e clima no estádio
O estádio “Infantino” vibrou intensamente com o gol espanhol e a torcida celebrou com cantos como “Olé, olé, olé”, como se a energia de Madri pudesse ser sentida até em Nova York. Mesmo com a decisão polêmica de um gol anulado para a Espanha, o apoio dos torcedores permaneceu forte, refletindo a tensão e a emoção de uma final tão disputada.
Martínez e a esperança argentina nas penalidades
Se a definição da partida for nos pênaltis, a Argentina pode contar com um trunfo importante: o goleiro Dibu Martínez. Reconhecido por sua habilidade em defender cobranças, ele foi decisivo na Copa do Mundo de 2022, especialmente contra França e Países Baixos, defendendo pênaltis cruciais que ajudaram sua seleção a avançar. A expectativa é que ele possa repetir esse desempenho caso a decisão vá para as penalidades.
Desgaste físico e próximos desafios
A Albiceleste enfrenta agora o desafio de superar o desgaste físico acumulado, principalmente por ter entrado em prorrogação em outras duas partidas anteriores do torneio. Atuando com um jogador a menos, a equipe precisa se reinventar para manter viva a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Enquanto isso, a Espanha segue confiando no controle da posse de bola e nas oportunidades criadas para tentar selar a vitória.
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Polêmicas e arbitragem
Durante o jogo, algumas decisões da arbitragem geraram controvérsia. Um lance envolvendo Mikel Merino e Nicolás Otamendi, que resultou em falta para a Espanha, foi questionado por parte do público e analistas, pois o contato parecia leve e a reação do argentino exagerada. A revisão do árbitro de vídeo confirmou a marcação, mantendo a decisão em campo, o que reforçou as tensões do confronto.
Resumo da final e público presente
Com 80.663 pessoas no estádio, o espetáculo da final da Copa do Mundo teve momentos de alta intensidade e domínio por parte da Espanha. A equipe espanhola, embora não tenha sido extremamente criativa, manteve a superioridade e colocou a Argentina em posição de sobrevivência. Emiliano Martínez fez defesas importantes, mas a pressão adversária segue alta, deixando a disputa aberta para os minutos finais.
