Iniciativa do Estado visa qualificar profissionais para o uso do SIPIA-CT
Na última semana, a Secretaria de Direitos Humanos do Espírito Santo realizou uma capacitação voltada para conselheiros tutelares da microrregião nordeste do Estado. O evento, que ocorreu em São Mateus, reuniu profissionais de diversos municípios com o intuito de aprimorar o uso do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA-CT), uma ferramenta indispensável na proteção dos direitos de crianças e adolescentes.
A capacitação teve como foco principal o funcionamento do SIPIA-CT, um sistema nacional que permite registrar, monitorar e acompanhar casos de violação de direitos, além de auxiliar na aplicação de medidas protetivas. O uso eficaz desse sistema é fundamental para a organização das informações e para a construção de políticas públicas mais robustas e baseadas em dados concretos.
O encontro, realizado no Centro de Referência das Juventudes (CRJ), contou com a participação de 63 profissionais, a maioria conselheiros tutelares. Municípios como Jaguaré, São Mateus, Conceição da Barra, Pinheiros, Boa Esperança, Pedro Canário, Montanha, Ponto Belo e Mucurici estiveram representados, promovendo uma rica troca de experiências entre os participantes. Esse intercâmbio possibilitou o alinhamento de procedimentos e o fortalecimento da atuação conjunta na rede de proteção à infância.
Capacitações seguirão em outras regiões do Estado
A Secretaria de Direitos Humanos informou que essa capacitação será estendida a outras microrregiões do Estado. As próximas formações deverão incluir municípios das regiões Rio Doce e Central Sul. Na Região Metropolitana, conselheiros de Serra, Vitória e Vila Velha já participaram dessa qualificação, reforçando o compromisso do Estado em garantir a proteção integral de crianças e adolescentes.
Essa iniciativa destaca a importância de qualificar os profissionais que estão na linha de frente, assegurando maior eficiência no atendimento e no acompanhamento de casos de violação dos direitos da infância e juventude. Com a formação adequada, os conselheiros tutelares estarão mais bem preparados para lidar com situações complexas, contribuindo para um sistema de proteção mais eficaz e abrangente.
