Legado e Trajetória de Raul Jungmann
Raul Jungmann, ex-ministro e figura proeminente da política brasileira, faleceu no último domingo, dia 18, em Brasília, aos 73 anos, em decorrência de um câncer de pâncreas. A informação foi confirmada pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), onde Jungmann atuava como diretor-presidente. De acordo com os seus desejos, o velório ocorrerá em uma cerimônia restrita a familiares e amigos próximos.
Pernambucano de nascimento, Jungmann acumulou mais de cinquenta anos de experiência na vida pública do Brasil. Durante sua carreira, ele ocupou cargos significativos, incluindo os de vereador e deputado federal. Sua trajetória foi marcada pela liderança em quatro ministérios nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer, abrangendo as pastas de Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública.
Em 2022, Jungmann assumiu a presidência do Ibram, onde promoveu uma agenda voltada para a transformação do setor mineral, sempre com um olhar atento à sustentabilidade. Em sua gestão, buscou fortalecer práticas que visam a responsabilidade ambiental na mineração, um tema cada vez mais relevante na atualidade.
A presidente do Conselho Diretor do Ibram, Ana Sanches, destacou a importância de Jungmann na condução do instituto em um período crucial, ressaltando que sua gestão se destacou pelo fortalecimento da entidade. Sanches enfatizou que Jungmann atuou sempre com visão estratégica, diálogo e integridade, beneficiando não apenas o Ibram, mas todo o setor mineral brasileiro.
O legado político e econômico de Raul Jungmann certamente será lembrado por todos que acompanharam sua trajetória, marcada por compromissos com o desenvolvimento do país e a sustentabilidade dos recursos naturais. Sua partida representa uma perda significativa para a política e para as discussões sobre o futuro da mineração no Brasil.
